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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Desastre ambiental na Lagoa Rodrigo de Freitas.

A contaminação na Lagoa Rodrigo de Freitas, causou a mortandade de aproximadamente 12 toneladas de peixes, dentre as espécies temos; savelhas, corvinas, tilápias, baranas e bagres. Ainda não foi confirmado o possível causador. O INEA (Instituto Estadual do Ambiente) recolheu amostras da água para análises

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

História da questão ambiental e desastre ambiental

                                                                     Homem e biosfera 



Em sua evolução, o homem tornou-se
a forma dominante de vida na Terra
controlando outras espécies e desenvolvendo 
uma tecnologia que lhe permite alterar
o ambiente em que vive.

Em virtude do desenvolvimento obtido, o ser humano
antes apenas um entre os vários organismos integrantes
da biosfera assumiu o papel de interventor
 na natureza explorando, exaustivamenteos recursos naturais 
e deteriorando a qualidade do meio ambiente.
O processo realizou-se de maneira predatória
desordenada sem uma preocupação permanente 
com a escassez dos recursos naturais. 
Daí a deterioração da qualidade do meio ambiente e
 portanto, da qualidade de nossa vida na biosfera.






fonte f.g.v
biosfera 
Parte da Terra onde a vida é possível
 compreendendo a superfície terrestre
 a porção inferior da atmosfera e os oceanos
 Tem sofrido alterações significativas com a intervenção humana.




As inovações tecnológicas sempre perseguiram
 a otimização dos processos de produção
 não levando em consideração, na maioria das vezes
os efeitos nocivos sobre o ambiente.

Os custos ambientais das atividades econômicas
 aparecem quando a capacidade de assimilação
 do meio ambiente é ultrapassada.

No início, esses custos foram externalizados, isto é
transferidos para vários segmentos da sociedade sob a forma
 de prejuízos por danos à saúde humana e danos materiais.

Esses custos são relativos a....corrosão de estruturas de ferro
 e de obras de arte, e danos aos ecossistemas, como
 a redução ou a eliminação da pesca em um rio
 provocando prejuízos econômicos a quem não tinha responsabilidade
pela poluição do rio.


  Desde o início da Revolução Industrial 
e até pouco tempo atrás, o meio ambiente 
era considerado como um bem livre.
 Ou quase livre.
Que qualquer pessoa tinha o direito 
de usar conforme sua vontade.
Se consideramos os altos custos
 que a poluição acarreta para a sociedade
 como os danos à saúde das populações
 vemos que o meio ambiente
 não pode ser considerado um bem livre.



 fonte:f.g.v
A partir do início da Revolução Industrial
 vários desastres causados pela poluição aconteceram 
nos países industrializados.

Revolução Industrial
Processo que teve início no século XVIII, na Inglaterra
 e logo se espalhou por toda a Europa.
A expressão 
Revolução Industrial foi difundida
 a partir de 1845, por Engelf
 um dos fundadores do socialismo científico.
O termo foi usado para designar o conjunto
 de transformações técnicas e econômicas
 que caracterizam a substituição de energia física
 pela energia mecânica; da ferramenta pela máquina
 e da manufatura pela fábrica no processo de produção
o que, consequentemente, transformou a economia rural
 em economia urbana.{ fonte F.G.V}


 Desastre ambiental



uss-lexington-sendo-abandonado-maio1942-navsource.jpg
 foto:USS Lexington (CV2)

Cinco décadas de tempestades e corrosão

 marinha transformam destroços de navios de guerra em poluição

Mais de mil navios militares
 naufragados no oceano Pacífico durante
 a Segunda Guerra Mundial
 estão começando a espalhar sua carga tóxica
 ameaçando preciosos recifes de corais, cardumes
 e ilhas paradisíacas, segundo autoridades da região.
Carregados com combustível
 produtos químicos e explosivos
 centenas de porta-aviões, corvetas
destróieres e petroleiros estão sucumbindo
 a cinco décadas de tempestades e corrosão marinha.
No ano passado, o casco do USS Mississinewa
 deixou vazar 91 mil litros de combustível 
na remota laguna Ulithi, na Micronésia.
Por causa disso, cerca de 700 ilhéus 
foram impedidos de buscar sua sobrevivência na pesca.
No final, o vazamento foi consertado
 por mergulhadores norte-americanos.
Mas ainda há 19 milhões de litros de
 querosene de aviação e petróleo a bordo da embarcação
 que podem contaminar
 o mar a cada ciclone que passa ou a cada
 parafuso que enferruja no casco.
O USS Mississinewa, afundado
 em 1944 por um submarino japonês
de um só tripulante, é apenas
 um dos 1.080 naufrágios catalogados
 pelo Programa Ambiental Regional
 do Pacífico Sul (SPREP)
 uma entidade que quer convencer 
os vencedores e os vencidos na guerra
 a colaborarem para evitar uma tragédia ambiental.
“Não há dúvida 
de que temos um problema porque acabamos
 de ter esse grande vazamento
 na Micronésia”, disse Sefanaia Nawandra, técnico do SPREP.
Uma ameaça semelhante
 é representada pelo navio-tanque 
USS Neosho, pelo porta-aviões
 Lexington e pelo destróier Sims
todos afundados em 1942
 durante uma batalha a 200 milhas da Grande Barreira de Corais
 no litoral australiano, o maior organismo vivo do mundo.
Segundo Trevor Gilbert
 também técnico do SPREP, a quantidade de combustível
no Mississinewa e no Neosho
 são o equivalente ao que vazou do petroleiro Exxon Valdez
 no Alasca, numa das grandes tragédias ambientais dos últimos anos.
Dos três milhões de toneladas
 de navios que estão no leito do Pacífico
 cerca de dois terços pertenciam 
aos japoneses e quase todo o resto aos Estados Unidos.
Há alguns poucos barcos da Austrália e da Nova Zelândia.
Ao contrário dos navios comerciais naufragados
cuja carga pode ser reivindicada por
 quem a encontrar, os navios de guerra
permanecem para sempre como propriedade de seus países.
Além disso, vários são reconhecidos 
como cemitérios militares.
O SPREP já fez uma lista de navios militares naufragados
 e agora precisa de dinheiro para determinar quais 
deles apresentam risco mais imediato.
Os governos locais disseram que a campanha
 foi bem recebida pelos Estados Unidos
 mas encontrou recepção fria no Japão.
Os custos do projeto são elevados: US$ 6 milhões
 só para retirar o combustível do Mississinewa.
“O que argumentamos, do ponto de vista dos países do Pacífico
 é que não tivemos a escolha de participar ou não da guerra.
Os adversários vieram lutar no nosso quintal
 e agora devemos lidar com isso”, disse Nawadra.
Segundo ele, o problema atualmente se restringe ao Pacífico
mas em breve ocorrerá o mesmo também
 com naufrágios que estão no Mediterrâneo 
e no litoral da Califórnia (EUA).
FonteReuters/UOL 
Foto: o USS Lexington (CV2),
citado na reportagem
 sendo abandonado pela tripulação 
em maio de 1942, na Batalha do Mar de Coral (navsource)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O ecoturismo como alternativa de desenvolvimento sustentável .

Ecoturismo é uma nova concepção de Turismo que supera as práticas convencionais, considerando-o como novo, devido às características que apresenta de conservação e educacional. Isto não quer dizer que o mesmo deixe de precisar dos serviços básicos existentes no Turismo de massas. Entretanto, tais serviços devem ter funções diferentes, ou seja, um planejamento que esteja adequado às condições da  realidade local. Que não afete os costumes e culturas locais e nem cause impacto destrutivo ao meio ambiente.

  A demanda de Turismo para áreas naturais e selvagens é grande, e continua a crescer, porém, os empresários que exploram a atividade do Turismo nessas áreas, não se preocupam em incluir no planejamento das atividades, a comunidade local. O ideal seria que as comunidades dos locais explorados, tivessem participação efetiva no desenvolvimento da atividade. Isso devido na maioria das vezes, haver o perigo da imposição cultural dos turistas que irão freqüentar o local das atividades turísticas.  


O que nos propomos é uma parceria com os órgãos competentes: Governo do estado,secretaria de turismo,Riotur e secretaria de meio ambiente, para que possamos juntos desenvolver o projeto ecoturismo na favela. Que tem por objetivo criar sustentabilidade .E desenvolver um trabalho de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável.a criação de uma infra estrutura para que possamos estar preparados para receber os turistas. Ressaltando a importância de não causar nenhum impacto destrutivo ao meio ambiente.
  - sabemos o quanto é difícil para o governo manter essas áreas protegidas Contra as construções irregulares, incêndios provocados por balões, o lixo poluindo as áreas protegidas
 Desenvolver essa parceria já seria um grande paço para uma sociedade mais justa e equilibrada e desenvolvida. 

Propositos: objetivos

Um projeto que tem por objetivo desenvolver a sustentabilidade da comunidade Gerando renda e oportunidades de desenvolver uma nova perspectiva sociocultural.

Possuímos uma beleza exuberante bem no coração de Copacabana com uma das vistas mais lindas do Rio de janeiro, vistas Para o Cristo,Lagoa,Baia de Guanabara,praia de Copacabana,sem falar de nossas caminhadas por diversas trilhas que nos levam a uma beleza inigualável.  

O projeto Tem como ações estratégicas:

1. Estruturar e promover serviços e atividades de lazer para a visitação pública e incrementando seu potencial de atração para diferentes públicos;

2. Apoiar a consolidação de uma cadeia de serviços turísticos no entorno da nossa região  com a participação da comunidade local.

3. Fortalecer a gestão pública para o ecoturismo nas Unidades de Conservação, por meio de capacitação de pessoal, estabelecendo normas de controle e regulamentação da atividade turística.
Com base nas diretrizes estabelecidas em estudos sobre os mais importantes aspectos da atividade turística e de gestão das unidades de conservação, os investimentos incluem a revitalização ou construção de equipamentos para a prática de atividades ecoturísticas, tais como trilhas terrestres, trilhas suspensas,  centros de interação ambiental entre outros, ampliação de meios de hospedagem, serviços de alimentação, venda de artesanatos e outros serviços turísticos.


O Projeto pretende tornar o ecoturismo numa ferramenta para melhorar a proteção da biodiversidade das Unidades de Conservação da Mata Atlântica servindo de modelo para outras áreas protegidas.


Estatuto da ONG MAVA Meio Ambiente Vivo & Arte

Mava e seus objetivos.

Objetivos da ONG MAVA:
A ONG MAVA (Meio Ambiente Vivo e Arte) foi criada por um grupo de moradores da Comunidade Ladeira Tabajaras e Morro dos Cabritos, com a contribuição de especialistas da área ambiental e artística, com objetivo de desenvolver projetos sustentáveis nas áreas ambientais e culturais, através de parcerias com organizações governamentais e não-governamentais. Pretende-se ainda prestar serviços comunitários, capacitar pessoas para o mercado de trabalho, denunciar irregularidades, propor resoluções ambientais, desenvolver pesquisas socioeconômicas e culturais de cunho educativo na área ambiental, contribuir com as políticas públicas, assessorar e mobilizar comunidades em torno de suas demandas.
No momento, estamos desenvolvendo o projeto matas limpas que tem como objetivo a retirada de todo lixo encontrado nas matas, a conscientização dos moradores da Ladeira dos Tabajaras sobre as condições em torno da área ambiental , através de palestras, folders e atividades socio educativas. Pretendemos desenvolver campanhas preventivas sobre a contaminação da água, sobre doenças causadas por alterações climáticas, realização do projeto de ecoturismo, onde buscaremos capacitar jovens das comunidades para trabalhar com o potencial ecoturístico da Mata Atlântica, a criação de um posto de coleta seletiva de materiais recicláveis  para que possamos contribuir com a melhoria da renda familiar dos grupos assistidos pela ONG e a criação de oficinas de artes voltado para o desenvolvimento
sustentável, interagindo com a comunidade local e promovendo a inclusão social.

As ações ambientais serão trabalhadas nos diferentes grupos etários das comunidades: crianças, jovens, adultos e idosos, que serão beneficiados, levando-se em consideração as suas realidades, pretensões e talentos. Serão desenvolvidos projetos de educação ambiental que tenham a arte e atividades culturais como instrumentos de sensibilização, mobilização e conscientização.
                                      

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010